património

 

Nª Srª dos Prazeres - A imagem de Nossa Senhora dos Prazeres, pelo seu tamanho, dinamismo e expressão, deve ser, dentro das de estilo barroco - século XVIII. Celebra-se na Capela da N. Srª dos Prazeres a festa em honra de Santo Amaro a 15 de Janeiro e Domingo de Pascoelas, é nesse domingo que Rio de Moinhos apela a todas as suas agremiações para a grande  procissão, que, saindo da igreja paroquial, leva mais de
uma hora a percorrer o espaço que a separa do santuário. O santuário de Nossa Senhora dos Prazeres foi escolhido para sede da irmandade do mesmo nome.

 

 

 

 

Solar do Brasão -  Construído em meados do século XVIII tendo inicialmente pertencido aos Viscondes de Banho. Nos finais do século XIX pelo facto do 2º Visconde do Banho Thomaz Ignacio Girão de Moraes Sarmento (1819 0 1890) não ter descendentes directos foi vendido à família Aguiar e Silva estando neste momento na família há já 5 gerações, sendo o actual proprietário bisneto do

 

Eng. General Franscisco de Figueiredo e Silva, Oficial Real Ordem Militar de S. Bento D’ Aviz. Durante a década de 1920 foi dotado dos melhores equipamentos agrícolas existentes na altura (alguns exemplares estão expostos no museu do rancho de Rio de Moinhos) e os seus vinhos eram reconhecidos em varias exposições. O Solar encontra-se classificado no IPAR como edifício de interesse Municipal.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pelourinho - Símbolo de autonomia da terra, assenta em três degraus quadrados, parte de uma base, "laje", rochosa que lhe serve de plataforma. Sobre esses maciços de degraus, nasce a coluna lisa, com base em cubo, de quatro faces e esquinas chanfradas, com cerca de quatro metros de altura.

Antigo Paços do Concelho-  (ver documento)Encontra-se a funcionar no momentocomo museu etnográfico.
A rematar, a "coluça" ou chapéu, encontra-se enfiada e assente sobre o fuste, peça grossa e bipartida em altura, convexa na parte superior e que possui, salientes, pequenos cilindros cantonais.

 

 

 

 

Igreja Paroquial -  Como todas as igrejas medievais a de Rio de Moinhos era também uma igreja românica.
Muito mais pequena, foi também, como as vizinhas do Sátão, Ferreira de Aves e Romãs, ampliada no século XVII. De cantaria sem reboco, em silhares de granito regional, capela-mor folgada, janelas rectangulares chanfradas e conservando o campanário,  a rica tribuna do altar -mor, das melhores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Património Cultural e Imóvel

e das mais bem conservadas do concelho. Com as colunas espiraladas, as arquivoltas do arco e o fundo, côncavo e fechado, é mesmo do reinado de D. Pedro II.